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Lixo no Uíge obriga comerciantes a encerrar negócios


Administrador municipal responsabiliza Governo provincial pela situação

A população do município-sede do Uíge, capital da província angolana de mesmo nome, está preocupada com amontoados de lixo que invadem as principais artérias, ruas e vários locais da periferia da cidade.

Enquanto os moradores consideram que a situação é um atentado à saúde pública e ao meio ambiente e alguns comerciantes encerram os seus estabelecimentos, a administração municipal diz não ter condições para resolver o problema.

Os empresários Tinguita Manuel e André Pascual dizem ter encerrado seus estabelecimentos comerciais “pelo facto de o lixo tomar conta das portas” dos mesmos.

Em declarações à VOA, Miguel Teta e Jeremias Mputu, dois moradores da cidade, mostram-se igualmente preocupados com a situação e apontam o dedo à administração municipal.

Entretanto, administrador municipal do Uíge, Emilio de Castro, reconhece não ter condições financeiras para dar solução ao problema e disse que responsabilidade “é do Governo provincial do Uíge”.

Contatado o Governo provincial não respondeu.

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