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Junta Militar da Guiné-Conacri não aceita libertar antigo Presidente Alpha Conde


Membros da Junta, em Conacri, 17 de Setembro, 2021

E manifestantes disseram que "a Cedeao não decide por nós”.

A junta militar da Guiné-Conacri diz que não vai ceder às pressões dos líderes da África Ocidental para permitir que o Presidente deposto, Alpha Conde, deixe o país.

Dezenas de guineenses protestaram contra as sanções impostas ao seu país quando dois presidentes da África Ocidental chegaram para conversas com líderes golpistas na sexta-feira, 17 de setembro.

Num dos cartazes lia-se “a Cedeao não decide por nós”. Cedeao é Comunidade Económica de Estados da África occidental.

Mas não foi apenas fora do aeroporto na capital Conacri que o desafio estava à mostra.

Manchetes Africanas 17 Setembro 2021: CEDEAO impōe (mais) sançōes ao Mali e Guiné
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A junta militar da Guiné, que assumiu o poder há duas semanas, disse que não se curvaria às demandas regionais e permitir que o presidente deposto, Alpha Conde, deixasse o país.

Na quinta-feira (16 de setembro), a Cedeao concordou em congelar os activos financeiros da junta e familiares dos seus membros, e impedi-los de viajar.

No dia seguinte, os presidentes Alassane Ouattara da Costa do Marfim e Nana Akufo-Addo de Gana chegaram à Guiné.

Eles pediam a libertação de Conde.

Mas na televisão estatal a junta disse: "O ex-presidente está e continua na Guiné. Não cederemos a nenhuma pressão."

Após conversas com o líder golpista, o coronel Mamady Doumbouya, Akufo-Addo disse que tiveram "encontros fraternos" e que estava confiante de que a Guiné e a CEDEAO encontrariam uma maneira de "caminhar juntos".

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