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Huíla: Apelo ao diálogo no sector da educação


Sindicato diz que quer cumprimento de acordos anteriores mas aceita diálogo "franco e aberto" que não existia

Perante ameaças do Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) de uma nova paralisação na educação prevista para o mês de Outubro, o governador da Huíla, Luís da Fonseca Nunes apelou à união e diálogo no sector.

Durante o acto de apresentação da nova gestora da educação, Paula Joaquim, nomeada no quadro das ligeiras mexidas no seu governo, Luís Nunes, pediu o envolvimento de todos na busca de soluções para os problemas enfrentados pelo sector.

As reivindicações dos professores que exigem a implementação a partir do mês em curso do memorando de entendimento alcançado entre SINPROF e Governo deve ser um dos primeiros desafios a enfrentar por Luís Nunes que entende que estas devem servir para agregar e não dividir.

«Peço que todos os membros que fazem parte do ministério da educação na província ajudem (pois) nós precisamos de união para resolvermos os problemas da educação”, disse

“Peço aos sindicatos que também estejam juntos (pois) não é só reivindicar é tentar resolver os problemas da educação”, acrescentou afirmando ainda que “as reivindicações são feitas sim senhor, mas sempre para agregar e não dividir».

A nova directora do gabinete provincial da educação, Paula Joaquim, diz estar a par dos desafios do sector.

«A reconversão (das categorias) é um problema que já se vive na educação há muito e vou tentar dar o meu melhor para melhorar este aspecto, também a qualidade e as condições de trabalho que existe na educação vamos tentar melhorar este sector», afirmou

Para o SINPROF as reivindicações da classe são antigas e devem ser vistas como tal, cabendo ao governo cumprir o acordado no memorando de entendimento.

Sobre a nomeação da nova directora do gabinete provincial da educação, o secretário provincial do SINPROF, João Francisco, apenas pede abertura ao diálogo para um sector complexo.

«A educação é muita areia para o camião dela, mas por aquilo que ela acabou de dizer pode sim suportar esse peso com com um diálogo franco e aberto porque este foi o problema dos governantes que lhe antecederam», disse

P antigo director do gabinete provincial da educação, Américo Chicoty, está preso na sequência da acusação pelo ministério público de um alegado desvio de milhões de Kwanzas.

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