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HRW denuncia discriminação de albinos em Moçambique


Acesso a material didáctico também é problema

A organização não governamental Human Rights Watch (HRW) denunciou casos de discriminação e estigmatização a crianças portadoras de albinismo na província moçambicana de Tete e alertou para as consequências psicológicas da rejeição de albinos na região.

“As crianças que vivem com o albinismo na província central de Tete são amplamente discriminadas, estigmatizadas e frequentemente rejeitadas na escola, na comunidade e, por vezes, pelas suas próprias famílias”, diz a HRW num comunicado divulgado nesta quinta-feira, 12, Dia Internacional de Conscialização sobre o Albinismo.

A boa notícia é que os casos de raptos e assassínios de albinos têm reduzido, mas alerta para o medo que ainda impera nas famílias.

Entretanto, a organização alerta para a necessidade de um maior maior aos estudantes com albinismo, principalmente aqueles que têm deficiência visual.

Muitos deles não têm acesso a materiais didácticos especiais e livros grandes nem têm acesso a lugares privilegiados na sala de aulas para poderem ver no quadro.

A HRW lembra que em 2014 e 2015, o país registou mais de 100 ataques contra albinos, muitos deles ligados à crença popular de que eles têm qualidades superiores e que dão sorte.

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