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Guiné-Bissau é um regime totalitário, diz a The Economist Intelligence Unit 


Parada militar, celebrações da indpendência da Guiné-Bissau, 24 de setembro de 2020

O jornalista, escritor e analista político, António Soares Lopes (Tony Tcheca), diz que a classificação da The Economist reflecte a realidade de tudo que tem passado na Guiné-Bissau, e não é uma boa referência para o país.

Tony Tcheca diz que “não podemos aceitar uma atitude totalitária. É preciso que haja um programa de acção (…) tem que haver uma posição de maior abrangência e de tolerância, permitindo que a Sociedade Civil expresse a sua opinião, o seu descontentamento e o seu desagrado).

Trata-se de uma opinião relativizada pelo jurista e analista político, Fransual Dias: “Não diria que o Estado da Guiné-Bissau é totalitário, mas, sim, é um Estado em crise e, sobretudo, está em causa a questão da coesão interna, em que tem havido facções, que impossibilita a realização de muitos objectivos que a democracia impõe”.

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