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Greve paralisa Hospital Simão Mendes na Guiné-Bissau


Trabalhadores reclamam por quatro meses de salários em atraso

Na Guiné-Bissau, médicos, enfermeiros e outros profissionais paralisaram desde as primeiras horas desta segunda-feira, 10, a principal unidade sanitária do país, o Hospital Simão Mendes.

A greve visa exigir o pagamento de quatro meses de salários em atraso e a reintegração de 39 colegas, expulsos pela actual direção do hospital.

A direcção do hospital ainda não se pronunciou sobre a paralisação, mas os trabalhadores dizem estar abertos a negociações.

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