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Greve de funcionários do Parlamento guineense ameaça debate do Programa do Governo


Trabalhadores exigem pagamento de salários em atraso

Os funcionários da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau entraram nesta terça-feira, 17, no segundo dia de uma greve para reivindicar a melhoria das condições de trabalho e pagamento de salários em atraso.

"O que está em causa é o cumprimento do acordo assinado em 2018 e o pagamento dos salários do mês de Julho e Agosto e de 11 meses de salários, referentes ao período entre 2002 e 2003", explicou Abel Tchuda, porta-voz da comissão negocial de greve, aos jornalistas.

A paralisação está prevista para terminar a 27 de Setembro, o que, caso se confirme, poderá colocar em causa o início do debate do Programa do Governo previsto para o dia 26.

Abel Tchuda garante que o sindicato está aberto a negociações com o patronato, mas que não tem havido avanços.

O sindicalista lembra que a greve afecta também outras estruturas tuteladas pelo Parlamento, como a Comissão Nacional de Eleições, a Inspeção Superior de Luta Contra a Corrupção e o Conselho Nacional de Comunicação Social.

Não houve ainda qualquer reacção da direcção do Parlamento.

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