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Forças Armadas guineenses reiteram isenção no precesso eleitoral sem tropas estrangeiras


Chefes de Estado suspendem visita a Bissau

Os seis chefes de Estado de países da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) que deviam ter visitado a Guiné-Bissau no sábado, 16, continuam à espera do relatório da missão dos chefes militares que esteve no país a preparar o envio de 1800 militares.

Esta é versão que circula enm Bissau desde sábado, no dia em que o Chefe de Estado Maior das Forças Armadas guineenses alertou que tropas estrangeiras não entram no país.

“São nossos colegas militares e eu faço parte do comité dos Chefes do Estado Maior General da CEDEAO, portando garanto-vos que os efetivos militares não virão a Guiné-Bissau, talvez a polícia”, disse o general Biaguê Na N’Tan ao falar na cerimónia de comemoração do 55° aniversário das Forças Armadas Revolucionárias do Povo (FARP), criada a 16 de Novembro de 196O.

Ele admitiu no entanto a entrada das forças policiais dos países da CEDEAO para ajudar durante o processo eleitoral.

Biaguê Na N’Tan voltou a assegurar que o exércitovguineense não está interessado em envolver-se nos assuntos políticos e nem tão pouco em fazer golpes de Estado.

“Vamos respeitar a Constituição da República, submetermo-nos ao poder político. Isso posso-vos garantir.Tranquilizem o povo da Guiné-Bissau: A partir de hoje nenhum militar vai sair à rua para fazer golpe de Estado”, afirmou o Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, que manifestou a disponibilidade do exército em assegurar a tranquilidade do processo eleitoral juntamente com a polícia, caso for convidado pelo Governo.

A eleição acontece no dia 24 de Novembro.

Entretanto, desconhece-se a data da visita dos presidentes da Costa do Marfim, Gâmbia, Guiné-Conacri, Gana, Níger e Nigéria.

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