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Familiares de técnico de saúde morto no Namibe criticam investigação


Parentes de Fernando Jamba Calesso “Russo” desconfiam de envenenamento

Manifestam exigindo que o Serviço de Investigação Criminal faça autópsia ao corpo

Os familiares de Fernando Jamba Calesso “Russo”, técnico de saúde há 26 anos, encontrado morto na cama de repouso dos técnicos em serviço na noite de 28 para 29 de Setembro, no Hospital Ngola Kimbanda, na província angolana de Namibe, acusam o Serviço de Investigação Criminal (SIC) de negar fazer exames forenses para determinar a causa da sua morte.

Mais de 100 familiares manifestaram publicamente o seu descontentamento contra o SIC, na tarde de quarta-feira, 3, no largo Espírito Santo, na cidade de Namibe, com fotografias do malogrado e alegaram que a morte foi encomendada.

Antónia Manuel, irmã da vítima, disse que só a justiça interessa à família,

”Queremos saber quem telefonou para o Russo para cobrir o lugar do suposto colega e quem é esse colega”, afirmou.

Os familiares querem que seja feita autópsia por considerarem que "há suspeitas de envenenamento".

Ninguém da direcção do Gabinete de Saúde disponibiliza-se falar sobre o caso.

A VOA deslocou-se às instalações do SIC, onde o porta-voz do órgão dizia estar disponível para o esclarecimento, mas depois escusou-se a comentar por não ter qualquer orientação superior.

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