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Eventos climáticos terão impacto no crescimento de Moçambique, prevê a Standard&Poor’s


Mulheres e crianças viveram o impacto do ciclone Idai, na cidade da Beira, em 2019.

Entre 2019 e 2021, Moçambique foi atingido pelos ciclones Idai, Kenneth, Chalane Eloise, que mataram, pelo menos, 800 pessoas e destruiram muitas infraestruturas.

A recuperação económica de Moçambique será afectada por eventos climáticos extremos e recorrentes, diz a agência de notação de crédito Standard&Poor’s.

Com tal, o crescimento será atrasado e irão aumentar os riscos nas perspectivas de longo prazo.

Citada pela publicação digital FurtherAfrica, Standard&Poor’s prevê que Moçambique registe um crescimento na ordem 5.5 por cento neste 2021.

Segundo aquela agência,“os riscos climáticos e os efeitos da pandemia Covid-19 enfraqueceram o desempenho económico, nos últimos dois anos”.

Acrescido a isso, “os efeitos da pandemia e do ciclone Eloise, bem como a intensificação da insurgência na província de Cabo Delgado, irão potencialmente enfraquecer a recuperação económica este ano e atrasar o desenvolvimento de projectos de gás natural”.

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Entre 2019 e 2021, Moçambique foi atingido pelos ciclones Idai, Kenneth, Chalane Eloise, que mataram, pelo menos, 800 pessoas e destruiram muitas infraestruturas.

Só o Idai e Kennetth, em Março de 2019, criaram danos que o Banco Mundial estimou em três mil milhões de dólares, particularmente no centro do país.

Especialistas de clima dizem que Moçambique é um dos países mais vulneráveis a fenómenos semelhantes, que alias podem ser mais recorrentes.

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