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EUA colocam quatro empresas na lista de sanções por espionagem cibernética


NSO Group, empresa israelita, uma das sancionadas

Elas são acusadas de desenvolver e fornecer programas de espionagem a Governos estrangeiros

O Governo dos Estados Unidos incluiu quatro companhias de tecnologia estrangeiras à sua lista de empresas alvo de sanções por terem "desenvolvido e fornecido programas de espionagem a Governos estrangeiros" que os usaram "para atingir de forma perniciosa funcionários do Governo, jornalistas, empresários, activistas, académicos e funcionários de embaixadas".

O Departamento de Estado acusou as empresas de "se envolverem em actividades contrárias aos interesses da segurança nacional ou da política externa dos Estados Unidos".

As empresas sancionadas são a NSO Group e a Candiru, de Israel, a Positive Technologies, da Rússia, e a Computer Security Initiative Consultancy PTE, de Singapura.

Essas empresas enfrentarão severas restrições para exportar os seus produtos para os EUA, enquanto fica mais difícil às empresas de segurança cibernética americanas vender-lhes informações que poderiam ser úteis no desenvolvimento dos seus produtos.

“Este esforço visa melhorar a segurança digital dos cidadãos, combater as ameaças cibernéticas e mitigar a vigilância ilegal”, disse o Departamento de Estado.

De acordo com a Reuters, tanto o Grupo NSO quanto Candiru foram acusados de vender os seus produtos a regimes autoritários.

A NSO, no entanto, disse que toma medidas para prevenir o mau uso dos seus produtos.

A Positive Technologies já esteve na mira antes, tendo sido sancionada pela Administração Biden por supostamente fornecer assistência às forças de segurança russas.

As empresas negaram as acusações.

Nenhuma das empresas comentou a decisão comentou a decisão do Governo americano.

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