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Etiópia acusa agências humanitárias de armarem rebeldes em Tigray


Soldados de Tigray

Rebeldes anunciam ter liertado 1.000 presos de guerra

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Etiópia acusou organizações internacionais de ajuda humanitária de estarem a armar rebeldes na província de Tigray.

Numa declaração, aquele Ministério disse que “algumas agências de ajuda estão activamente envolvidas num papel destruidor”.

“Também cofirmamos que começaram a usar a ajuda como cobertura e estão a armar grupos rebeldes prolongando o conflito”, lê-se na declaração que não identificou qualquer grupo.

Não houve qualquer reacção por parte de organizações que operam em Tigray e a organização humanitária da ONU, OCHA, não respondeu a um pedido de comentário.

A ONU tinha anteriormente afirmado que a ajuda para Tigray estava a ser bloqueada em postos de controlo no território controlado por forcas governamentais.

As autoridades etíopes dizem que toda a ajuda tem que ser verificada.

Rebeldes libertam presos de guerra

Entretanto, um dirigente da Frente Popular de Libertacao de Tigray disse terem sido libertados cerca de mil soldados governamentais capturados em recentes combates naquela região.

Debretsion Gebremichael, dirigente da FPLT, afirmou à agência de notícias Reuters que há ainda outros cinco mil presos de guerra e que o seu movimento não tenciona libertar oficiais capturados que, segundo disse, serão julgados.

Não há confirmação independente da libertação dos soldados

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