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Ethiopian Airlines diz que teste de ADN de vítimas de acidente levará até 6 meses


Uma familiar de uma vítima da queda do avião da Ethiopia Airlines chora a sua perda

A Ethiopian Airlines afirmou neste sábado que os testes de ADN dos 157 passageiros a bordo do voo 302 podem levar até seis meses e ofereceu às famílias das vítimas terra carbonizada do local da queda para enterros.

Uma equipa de investigadores em Paris começou a examinar os registos das caixas negras recuperadas do local onde o Boeing 737 MAX 8 caiu no último domingo, após decolar de Adis Abeba.

Enquanto as famílias esperam pelos resultados da investigação sobre as causas da queda, a Ethiopian Airlines planeia realizar uma missa no domingo, em Adis-Abeba, na Kidist Selassie, ou Catedral da Santíssima Trindade, onde muitos dos antigos governantes do país estão enterrados sob pináculos de pedra.

“A empresa disse que vamos receber um quilo (de terra) cada para o enterro na Igreja Selassie num funeral que organizará”, afirmou um membro de uma das famílias que pediu para não ser identificado.

Papéis entregues às famílias no hotel Skylight, no sábado, afirmam que os certificados de óbitos seriam emitidos em duas semanas, e foi realizado um pagamento inicial para cobrir as despesas.

O retorno dos restos dos mortos - a maioria dos quais estão carbonizados e fragmentados - levaria até seis meses, disseram os papéis, mas, enquanto isso, terra do local da queda seria entregue.

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