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Estudantes e professores saem às ruas contra políticas de Bolsonaro


Protestos realizaram-se em 104 cidades

Estudantes e professores voltaram a protestar nesta quinta-feira, 30, em várias cidades do Brasil contra a decisão do Governo de “contigenciar” recursos destinados no Orçamento do Estado à educação.

Eles criticam o que chamam de cortes na educação, particularmente nas universidades fedeirais, que oscilam entre 25 e 50 por cento.

Esta segunda série de manifestaçõesfoi menor do que a anterior e trouxe bandeiras mais abrangentes, como a condenação da Reforma da Previdência, mas espalhou-se novamente por centenas de cidades, de capitais às de médio e pequeno portes, em todos os Estados brasileiro.

O Ministro da Educação, Abraham Weintraub, reagiu através de uma nota em que estimulou pais e alunos a denunciarem a divulgação dos protestos durante o horário escolar.

Mais cedo, Weintraub disse no Twitter que o Governo entende as manifestações como um direito, mas que recebeu denúncias de que professores teriam coagido alunos a participarem dos atos desta quinta.

“Este Governo acredita que as manifestações democráticas e pacíficas são um direito de todos os brasileiros, contra, a favor”, disse o ministro.

Weintraub pediu ainda que alunos que estejam sendo vítimas desta suposta coação encaminhem as provas ao ministério para que sejam tomadas “as devidas medidas legais”.

Os protestos desta quinta, que de acordo com o portal de notícias G1, da Globo, aconteceram em 104 cidades de 21 Estados, além do Distrito Federal.

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