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Estado de alerta na saúde pública entra em vigor na Guiné-Bissau


Vacinação contra a Covid-19 na Guiné-Bissau

Vacina passa a ser obrigatória para professores, funcionários e estudantes do ensino superior

Na Guiné-Bissau, entrou em vigor nesta sexta-feira, 29, o decreto que impõe o estado de alerta na saúde pública e a obrigatoriedade de vacinação para professores, funcionários e estudantes do ensino superior.

Actividades ao ar livre passam a ser permitidas, mas o uso de máscara continua a ser obrigatório nos espaços públicos.

Professores, funcionários e estudantes do ensino superior “que não tenham pelo menos a primeira dose da vacina até 10 de Novembro ou a segunda dose até 10 de Janeiro, são obrigados a realizar testes rRT-PCR quinzenalmente para terem acesso ao estabelecimento”, diz o decreto, acrescentando que os responsáveis que violarem a norma "estão sujeitos a coima de 250 dólares a 500 dólares”.

O decreto impõe a mesma medida para a circulação em transporte público rodoviário ou fluvial para passageiros e condutores ou pilotos.

Entretanto, na via pública o uso de máscara continua a ser obrigatório, bem como nos locais fechados com público.

Regresso de actividades

A partir de agora, as manifestações, reuniões públicas, eventos culturais e desportos colectivos são permitidos.

Discotecas, salas de festa e outros locais de diversão também funcionam com a obrigatoriedade da higienização das mãos.

O decreto estará em vigor até 29 de Janeiro de 2022, embora possa ser alterado se as condições assim exigirem.

Fraca taxa de vacinação

Até agora, a Guiné-Bissau tem um total acumulado de 6.133 casos, dos quais 141 terminaram em mortes, mas a taxa de vacinação é baixa.

Apenas 117 mil cidadãos foram vacinados, o que representa cerca de 14 por cento da população alvo, mas o Governo diz que pretende vacinar até 70 por cento das pessoas com mais de 18 anos.

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