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Especialistas alertam que "guerra comercial Estados Unidos-China" terá impacto em Angola


OGE pode ser revisto devido à baixa do petróleo

Os Estados Unidos e a China protagonizam o que tem sido chamado de guera comercial, com consequências no mundo financeiro, mas também nas trocas comerciais e nos preços de matérias primas e produtos.

Em Angola, analistas admitem que Angola vai sofrer os efeitos colaterais desse embate devido à consequente baixa do preço do barril de petróleo no mercado mundial.

O economista Estêvão Gomes considera que o facto de a dívida de Angola para com a China estar a ser paga com o petróleo, levará o país a aumentar a quantidade prevista no contrato para compensar a diferença.

Gomes admite mesmo que, em consequência da baixa do preço do petróleo, "o Executivo angolano poderá ver-se obrigado a rever o Orçamento Geral do Estado, pela segunda vez".

Para o também economista João Maria Chimpolo, as consequências sobre a economia angolana da tensão entre as duas maiores economias do mundo “são inevitáveis”.

Como resultado da "guerra comercial" entre os Estados Unidos e a China, o barril de petróleo comercializado em Londres e que serve de referência para Angola perdeu mais de sete dólares caindo de 65,05 dólares para pouco mais de 57 dólares desde o princípio do mês.

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