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Envio de força da CEDEAO ainda em análise, diz Sissoco Embaló


Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, fala à nação depois de tentativa de golpe de Estado. 1 Fevereiro 2022

O Presidente da Guiné-Bissau revelou que a missão de estabilização militar da Comunidade de Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) esta a ser tratado ao nível da Conferência dos Chefes de Estado e do Governo da organização, sem dar mais detalhes.

Umaro Sissoco Embaló respondia assim a uma pergunta dos jornalistas nesta quinta-feira, 17, no final da primeira reunião do Conselho de Ministros no Palácio do Governo, palco do ataque armado a 1 de Fevereiro, que deixou 11 mortos.

A decisão do envio da força para o país foi tomada, no dia 4 de Fevereiro, na cimeira dos chefes de Estado e de Governo realizada em Acra, capital do Gana, na qual foi analisada a situação de golpes militares na região, incluindo o ataque armado ao Palácio do Governo em Bissau.

Desde o dia 1 de Fevereiro, as reuniões do Conselho de Ministros, sempre presididas pelo chede de Estado, passaram a ser realizadas no Palácio da República, por razões de segurança.

“Da outra vez nos surpreenderam por negligência minha e, sobretudo, por ser um Presidente simplista. Não é que a segurança não nos tinha avisado”, declarou o Embaló, quem precisou ainda: “Não acredito que haverá um novo ensaio, pode haver outro se calhar, mas em relação à anterior exposição, já tomamos os dispositivos de segurança necessários, portanto, não creio que vá repetir-se”.

Ele reiterou ter mobilizado "um dispositivo de segurança forte por precaução para garantir que quando o Presidente se desloca a um lugar que todos saibam que vem o Presidente, estava aqui e saiu desse lugar”.

O chefe de Estado garaniu que foram tomadas todas as medidas para que o país não seja surpreendido como acontecer a 1 de Fevereiro.

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