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Ensino particular na Huíla lança grito de socorro


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Proprietários e gestores de escolas privadas na província da Huíla, solicitam a mão das autoridades para atenuar a difícil situação em que se encontram quase seis meses depois da paralisação das aulas e a suspensão do pagamento das popinas.

Huile: Ensino particular precisa de ajuda - 1:44
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Sem alternativas todos eles viram-se forçados a suspender os contratos de trabalho quer com professores e pessoal administrativo, mas as contas não ficam por aqui como afirmouAgnelo Chilemba.

“ A instituição tem outros encargos tem dívida com o banco tem imposto por pagar sem propinas não temos como arcar com essas despesas”, disse

Evaristo Manuel descreve um quadro negro no sector do ensino privado onde as dívidas só se acumulam.

“ Tenho muitas dívidas. Tenho salários pagos somente do mês de fevereiro de março para cá não conseguem pagar”, disse

Para o presidente da associação nacional do ensino particular (ANEP) na região sul, Estêvão Angelina é urgente que o estado intervenha no sector face ao actual cenário.

“ 98, 99 por cento dos colégios estão atados não têm onde buscar as receitas”, disse.

A imagem de como se encontra o sector privado do ensino geral, vem da representação local do Instituto Nacional de Segurança Social, (INSS), na voz do seu responsável, Domingos Mahuma.

“ Estamos a falar concretamente do ramo da educação onde encontramos instituições privadas que não conseguem fazer as suas contribuições obviamente porque primeiro é que não estão a prestar serviços e segundo é que não têm arrecadação”., afirmou

Entretanto o governo através da ministra da educação, Luísa Grilo, diz estar a estudar soluções para o sector privado existindo concertações com a Associação Nacional do Ensino Privado (ANEP) para a busca de uma saída efectiva.

Falando a televisão pública na terça-feira 25, a governante disse que a intenção do Governo é trabalhar com os parceiros para assegurar o pagamento dos salários em atraso dos professores e pessoal administrativo, com retroactivos.

Cento e 27 mil contratos de trabalho suspensos envolvemprofessores e funcionários administrativos a nível nacional segundo os números oficiais da ANEP.

O ensino privado em Angola controla dois mil colégios, com um milhão e 500 alunos

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