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Economia e autárquicas marcam agenda para 2020 em Angola


Analistas debatem desafios do Governo de João Lourenço

Os desafios do novo ano e o ataque ao império empresarial de Isabel
dos Santos dominam as conversas entre os angolanos na primeira semana de 2020.

O novo ano vai ser para os angolanos, mais um percurso de muitos desafios e incertezas, a julgar pelas previsõesconjuntura económica, social e politica, que os especialistas consideram ser bastante difícil, por causa do ambiente pouco favorável para o crescimento e desenvolvimento do pais.

Ainda assim, as autoridades desafiam as previsões pressimistas da sociedade e manifestam algum optimismo sobre o qual admitem que o novo ano vai ser melhor e, por essa razão, apelam à colaboração de todas as forças vivas do pais com as políticas do Governo liderado por João Lourenço.

Para a maioria dos angolanos, 2019 foi um ano para esquecer e marcado sobretudo, pelo agravar da situação de pobreza e do desemprego que afecta, principalmente os jovens.

Um ano que fica igualmente na memória das famílias, como tendo sido pior, do ponto de vista da redução do poder de compra, com consequências negativas na qualidade de vida de várias comunidades.

No campo político, 2019 fica também marcado pelas promessas não cumpridas pelo Governo angolano de concluir com a discussão e aprovação do pacote legislativo das autarquias, facto que alimenta, ainda mais, as desconfianças, sobretudo nas hostes dos partidos políticos na oposição, que temem que as primeiras eleições autárquicas podem não acontecer em 2020.

Na rubrica Janela de Angola, o deputado e jurista, Lindo Bernardo Tito e Sérgio Calundungo, coordenador do observatório político e social analisam alguns desafios que devem estar na agenda do Governo em 2020.

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