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Economia angolana não dá sinais de vitalidade, analistas pedem medidas


Quase a atingir o segundo ano de mandato de João Lourenço, a economia angolano não dá o salto que pretende, com a consultora internacional Focus Economics a rever em baixa o crescimento do país para 0,2 porcento e uma expansão económica do PIB para 2020
de 1,5 por cento.

O especialista em gestão de políticas publicas David Kissadila diz que
a Focus tem toda razão.

Economia angolana ainda em dificuldades - 2:00
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"Estamos perante uma situação de teorização da economia em que o Governo apenas se apega a leis econômicas, mas a prática não faz o que teoriza", sublinha aquele economista, que sugere, como medidas, “a redução das importações e incentivo ao investimento privado para que haja aumento da produção e produtividade, ao mesmo tempo que o país poderá poupar
divisas em áreas que não são necessárias, como na importação de alimentos que podem ser produzidos localmente, ao mesmo tempo que haverá mais empregos”.

Por seu lado, o presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), Jose Severino, coloca algumas reticências a este tipo de avaliações e quem avalia, mas defende maior celeridade em algumas medidas.

“Temos de nos virarmos para dentro do país, a época dos dólares acabou, agora é usar com racionalidade os poucos dólares que existem”, aponta Severino, quem defende maior “agressividade no investimento interno”.

No documento, enviado aos clientes, a FocusEconomics ressalva que "no início de 2019 uma deterioração adicional na indústria petrolífera parece ter abrandado o crescimento e acrescenta que "a produção de petróleo cambaleou até Maio e as exportações provavelmente perderam o ímpeto na segunda metade do segundo trimestre com a descida dos preços".

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