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Droga "tembú" preocupa autoridades na província angolana da Huíla


Lubango, capital da Huíla (Foto de Arquivo)

O número elevado de jovens envolvidos no consumo de drogas na província angolana da Huíla está a chamar a atenção das autoridades locais.

O diretor do Instituto Nacional de Luta contra as Drogas (INALUD) na província diz ter neste momento em seguimento 259 pessoas toxicodependentes, algumas delas em internamento no hospital psiquiátrico.

Júlio Madaleno afirma que, além de drogas pesadas, a canábis lidera a preferência dos consumidores.

Entretanto, a introdução de uma nova droga no mercado com origem na província do Kwanza Sul está a tirar o sono de Júlio Madaleno.

“Alguns utilizam uma nova droga chamada tembú. Não é a droga mais usada lá, mas preocupa porque quando alguém consumir a própria semente é capaz de ficar 10 dias sob efeito dela e se beber água e não tiver alguém por perto para lhe dar os alimentos é capaz de chegar mesmo a falecer”, adverte Madaleno.

Atento à produção e circulação da liamba está também a Polícia Nacional (PN) na região que admite a existência de indivíduos que fazam da Huíla uma placa giratória da considerada droga pesada no corredor Namíbia, Cunene, Lubango, Benguela e Luanda.

Para o comandante da Huíla da PN, comissário Divaldo Martins, é possível inverter o quadro.

“Nós acreditamos que, embora seja um fato, há também aqui algum excesso naquilo que é a avaliação, mas a nossa intenção clara é tirar essa mancha que fica da Huíla como uma placa giratória da droga”, garante Martins.

Lubango, Chibia, Humpata, Quipungo são os municípios apontados como sendo os de maior consumo de drogas numa província que conta com 14 circunscrições.

O número elevado de jovens envolvidos no consumo de drogas na província angolana da Huíla está a chamar atenção das autoridades locais.

O diretor do Instituto Nacional de Luta contra as Drogas (INALUD) na província diz ter neste momento em seguimento 259 pessoas toxicodependentes, algumas delas em internamento no hospital psiquiátrico.

Júlio Madaleno afirma que, além de drogas pesadas, a canábis lidera a preferência dos consumidores.

Entretanto, a introdução de uma nova droga no mercado com origem na província do Kwanza Sul, está a tirar o sono de Júlio Madaleno.

“Alguns utilizam uma nova droga chamada tembú. Não é a droga mais usada lá, mas preocupa porque quando alguém consumir a própria semente ela é capaz de ficar 10 dias sob efeito dela e se beber água e não tiver alguém por perto para lhe dar os alimentos é capaz de chegar mesmo a falecer”, adverte Madaleno.

Atento à produção ecirculação da liamba está também a Polícia Nacional (PN) na região que admite a existência de indivíduos que fazam da Huíla uma placa giratória da considerada droga pesada no corredor Namíbia, Cunene, Lubango, Benguela e Luanda.

Para o comandante da Huíla da PN, comissário Divaldo Martins, é possível inverter o quadro.

“Nós acreditamos que, embora seja um fato, há também aqui algum excesso naquilo que é a avaliação, mas a nossa intenção clara é tirar essa mancha que fica da Huíla como uma placa giratória da droga”, garante Martins.

Lubango, Chibia, Humpata, Quipungo são os municípios descritos como os de maior consumo de drogas numa província que conta com 14 circunscrições.

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