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Dirigentes da UNITA acusados na PGR de agressão, incentivo ao ódio e violência psicológica


Nelito Ekuikui, secretário provincial da UNITA em Luanda
Nelito Ekuikui, secretário provincial da UNITA em Luanda

Secretário provincial de Luanda, Nelito Ekukui, diz que tudo não passa da manobras de diversão do MPLA

Três dirigentes da UNITA, principal partido da oposição em Angola, foram notificados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para responderem em processos movidos por antigos membros do partido que os acusam de agressão, incitação ao odio e violência psicológica.

O partido do “galo negro” diz que é mais um episódio de manobras de distração que tem a mão do MPLA.

Dirigentes da UNITA acusados na PGR de agressão, incentivar o ódio e violência psicológica - 2:15
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Nelito Ekukui, secretário provincial em Luanda, Tavares Mbulo, secretário do Cacuaco, e Aurélio Kachipangue, secretário municipal da JURA, o braço juvenil da UNITA, também em Cacuaco, são os acusados.

Para Ekuikui, tudo não passa de “mais uma manobra de diversão do MPLA”, e diz que as notificações da PGR nem tinham nomes das pessoas, apenas os cargos.

“Dizem apenas que os desertores da UNITA que têm estado a trabalhar com o MPLA em Luanda correm risco de vida e imputam isso a nós, da UNITA, mais uma manobra sem fundamento nenhum”, conclui o secretário provincial do partido da oposição
A VOA tentou falar com os queixosos Kawuiki Costa e Domingos Pedro falar mas sem sucesso.

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