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Jurista brasileira impedida de entrar em Angola para participar em encontro da UNITA

  • Manuel José

Jornadas parlamentares da UNITA terminam na quarta-feira

Dyelle Menezes investigada "Lava Jacto" ond ehá ligações a Angola

A bancada parlamentar da UNITA defende que experiências internacionais no ramo da transparência e poder local sejam observadas no país.

No segundo dia das jornadas parlamentares, os deputados do partido do galo negro ouviram o assessor do presidente do Parlamento de Cabo Verde falar sobre a implementação das autarquias e do poder local.

Do Brasil, a participação veio através do Skype, em virtude de a convidada, Dyelle Meneses, integrante do projecto Contas Abertas da operação Lava Jato, ter tido o visto negado pelas autoridades angolanas.

Meneses foi convidada para falar sobre transparência e combate à corrupção e a experiência brasileira do projecto Contas Abertas ligada ao escândalo da Lava Jato, com algumas ramificações em Angola.

A jurista explicou como foi possível levar governantes envolvidos em escândalos de corrupcao ao tribunal.

''Em matéria de cidadania, transparência e boa governação, Cabo Verde deu passos importantes desde a independência, democratizou o país em termos de descentralização e do poder local, com participação do cidadão e da sociedade civil cabo-verdiana, principalmente nas tomadas de decisão”, disse Lourenço Lopes, dirigente do MpD, partido no poder, e assessor do presidente do Parlamento, que considerou ser um modelo que pode ser adequado por Angola.

As jornadas parlamentares da UNITA terminam na quarta-feira, 25, com o debate do tema “Angola: Sucessão ou Alternância”, que terá como prelector o antigo primeiro-ministro angolano e membro do MPLA e jurista Marcolino Moco.

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