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Departamento de Estado critica detenções e mortes arbitrárias em Moçambique


Anastácio Matavel, observador eleitoral morto em Outubro de 2019.

Analistas consideram correcta a avaliação que o Departamento de Estado norte-americano faz relativamente aos direitos humanos em Moçambique e realçam que, em alguns casos, a situação até piorou.

Departamento de Estado critica detenções e mortes arbitrárias em Moçambique
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No seu relatório anual sobre os direitos humanos no mundo, o Departamento de Estado diz que em 2019, em Moçambique a situação foi caracterizada por detenções e mortes arbitárias pelas forças de segurança, más condições das prisões, corrupção, violência contra a mulheres e ineficiência judicial.

O analista Luís dos Santos, concorda com esta avaliação, e diz que o caso concreto e mais recente foi a morte do delegado do fórum da sociedade civil e observador eleitoral na província de Gaza, Anastácio Matavel.

O departamento de Estado faz referência também no seu relatório, às más condições prisionais, o que para o analista Alexandre Chiúre, constitui uma "grave violação dos direitos humanos.

A corrupção é outro aspecto referenciado pelo Governo norte-americano. Para o analista Fernando Gonçalves, em Moçambique, não se olha para aquilo que são questões sistémicas que sustentam a corrupção, aquelas questões que arruinam a economia.

E o Presidente da Comissão Nacional para os Direitos Humanos, instituição tutelada pelo Governo, diz que a pobreza e a corrupção dificultam a luta contra a corrupção em Moçambique

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