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Denominações religiosas impedidas de funcionar em Cabinda recorrem à justiça


Acusam o Estado de violar seu direito constitucional de culto e de religião.

Denominaçoes religiosas na província angolana de Cabinda, impedidas de funcionar desde Novembro do ano passado, por alegada ilegalidade, decidiram intentar uma acção contra o Estado angolano, por violaçao ao direito constitucional de culto e de religião.

O pastor Firmino Mvuange Mbumba, da Assembleia Cristã em Cabinda, em nome do grupo, revelou à VOA a iniciativa e lembrou que várias denominaçoes religiosas funcionam em Luanda nas mesmas condições, mas em Cabinda não.

“Só nós aqui em Cabinda não podemos reunir, não se sabe por quê, temos em Luanda o Islão a reunir, bem como outras religiões que vendem a fé, por isso estamos a trabalhar no sentido de intentar uma acção contra o Estado, por violação dos nossos direitos de culto e de religião”, reiterou Mbunba

A Assembleia Cristã, segundo o seu responsável, em Cabinda funcionou desde 1994, altura em que remeteu a documentaçao ao Ministério da Justiça, mas não houve qualquer resposta.

A VOA contactou a Direcção de Cultura de Cabinda, que nos remeteu ao Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos em Luanda, mas os esforços resultaram-se infrutíferos.

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