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11 de Setembro, uma recordação permanente


Americanos lembram ataques terroristas e suas vítimas

Os americanos assinalam hoje o 18º aniversário dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001 que mataram quase três mil pessoas em Nova Iorque, Virgínia e Pensilvânia e que mudaram a história recente.

O Presidente Donald Trump fará um minuto de silêncio na Casa Branca antes de participar numa cerimónia no Pentágono, juntamente com famílias dos mortos no avião que embateu contra o Ministério da Defesa.

Em Nova Iorque, centenas de sobreviventes e familiares dos mortos estão reunidos no Marco Zero, onde se encontravam as Torres Gêmeas derrubadas pelos terroristas da AlQaida, com dois aviões.

Por sua vez, o vice-presidente Mike Pence dirige na Pensilvânia uma cerimónia no local onde caiu o avião do voo 93 depois que passageiros enfrentaram os terroristas.

A autoria dos ataques foi atribuída a 19 homens ligados à Al Qaida.

O ataque mais mortal em solo americano desde Pearl Harbor em 1941, o 11 de Setembro mudou permanentemente a percepção de segurança dos Estados Unidos e levu o então Presidente George W. Bush a declarar guerra ao terrorismo e invadir o Iraque e o Afeganistão.

A coligação internacional liderada pelos Estados Unidos afastaram do poder Sadam Hussein, no Iraque, e os talibãs no Afeganistão, mas o conflito neste último país continua, sendo já a guerra mais longa dos Estados Unidos.

Os Estados Unidos procuraram o líder da Al Qaida Osama bin Laden durante vários anos após os ataques e, em Maio de 2011, uma equipa do Navy Seals invadiu um complexo em Abbottabod, Paquistão, onde o matou a tiros.

Os memoriais dos mortos encontram-se em Nova Iorque, Virgínia e Pensilvânia.

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