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Cruz Vermelha Internacional deixa a Guiné-Bissau após 23 anos


Carro da Cruz Vermelha Internacional

Organização fecha representação em Bissau por não haver nem conflitos nem o país enfrentar violência

A Cruz Vermelha Internacional (CVI) vai deixar a Guiné-Bissau 23 anos depois da sua instalação em Bissau por considerar que o país não esta em guerra nem enfrenta violência.

A organização, no entanto, continuará a olhar e, eventualmente, atender o país a partir do escritório no Senegal.

A chefe da delegação da CVI em Bissau revelou a notícia em conferência de imprensa nesta sexta-feira, 19, em Bissau e justificou a decisão com o facto de o país "não estar em guerra ou com violência".

“Foi um acto normal que não foi tomado de forma ligeira", acrescentou Valentina Bernasconi, enfatizando que a CVI não apoia programas de desenvolvimento, mas sim em casos humanitários em países em guerra ou com conflitos violentos.

Entretanto, o Centro de Reabilitação Motora de Quelelé, criado e financiado pela CVI passará a ser gerido pelo Ministério da Saúde.

Refira-se que a Cruz Vermelha da Guiné-Bissau continuará a funcionar normalmente

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