Links de Acesso

COVID-19: Presidente guineense decreta recolher obrigatório e Chefe de Estado cabo-verdiano pede mais medidas


Presidente guineense, Úmaro Sissoco Embaló, e seu homólogo de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca (Arquivo)

A Guiné-Bissau continua a ser o país lusófono em África com mais casos do novo coronavírus, situação que levou o Presidente da República a anunciar um novo estado de emergência até o dia 26.

Umaro Sissoco Embaló decretou nesta segunda-feira, 11, também o recolher obrigatório e o uso obrigatório de máscaras.

Até ontem, o país tinha registado 726 pessoas infetadas, 25 recuperadas e três óbitos confirmados.

Por seu lado, o Ministério da Saúde de Cabo Verde anunciou hoje mais 14 pessoas infetadas, todas na cidade da Praia, de acordo com atualização feita no portal covid19.cv

Com estes dados, o arquipélago chega a 260 pacientes, dos quais 56 recuperados e duas mortes.

Com o estado de emergência em vigor nas duas ilhas com casos ativos, Santiago, onde está o principal foco, a capital Praia, e Boa Vista, até o dia 14, o Presidente Jorge Carlos Fonseca apelou ontem, em comunicado, a mais restrições para evitar uma maior propagação da doença.

Fonseca reúne-se com o Governo amanhã, 12, para avaliar a situação.

São Tomé e Príncipe é, no entanto, entre os lusófonos no continente, o país com mais mortes, 5, enquanto desde sábado informou ter 212 casos acumulados.

O país tem dificuldade em atualizar dados porque os testes são enviados para o exterior.

A nível oficial, Moçambique tem 91 casos e Angola 45, com duas morres.

Em todo o continente africano, dados da universidade americana John Hopkins indicam que até hoje 2.275 pessoas morreram entre mais de 63 mil casos.

A nível mundial, o número de mortes ascende a 283.478, entre 4.136.056 infetados.

Estados Unidos continuam a ser o epicentro da doença, com mais de um milhão e 300 mil infetados dos quais 79.606 morreram.

Fórum Facebook

XS
SM
MD
LG