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COVID-19: Portadores do VIH/Sida não serão abandonados, promete ONG na Huíla


Medicamentos contra a Sida

Sabe-se que as pessoas com doenças crónicas e outras complicações de saúde são mais vulneráveis ao covid-19 dada a fragilidade do seu sistema imunológico.

Entre estes doentes encontram-se os portadores de VIH/Sida.

É a pensar nestas pessoas que a Prazedor, organização não-governamental na Huíla que trabalha no apoio a este segmento social e em tempo de confinamento social, se predispõem a facilitar a vida dos utentes.

Aniceto do Rosário, diretor executivo da Prazedor, fez saber que a organização tem parceria estabelecida com as autoridades sanitárias locais com vista a assistir os portadores de VIH/Sida, nesta fase de quarentena domiciliar.

“ As pessoas que tiverem dificuldades no acesso aos fármacos por alguma razão quer seja por mobilidade quer seja por falta na unidade de saúde se entrarem em contacto connosco, nós vamos envidar os nossos esforços aproveitando estas vantagens da boa relação que temos com as autoridades de saúde da província para ultrapassarmos esta situação”, disse.

“Não estamos ausentes desta luta, mas a nossa deslocação deve ser por chamamento e não vulgarmente como temos feito porque o contexto não oferece esta possibilidade”, acrescentou

Na Huíla 7.837 é o número oficial de doentes que até Dezembro passado faziam o tratamento antirretroviral por via do programa provincial de luta contra a sida.

No âmbito do plano de contingência de luta contra o covid-19 as autoridades sanitárias garantem terem já capacitado mais de mil técnicos de saúde e colocaram todos os hospitais de referência em campanha de recolha de sangue.

Entretanto de Atlanta no Estado americano da Georgia para Angola onde esteve a trabalhar na região centro sul até 1975, a missionária evangélica Joyce Myers-Brown olha para o contexto de algumas realidades mundiais, incluindo no seu próprio país, e deixa em mensagem enviada pelas redes sociais um apelo com nostalgia ao povo angolano para se prevenir contra a covid-19.

“Saí de Angola, mas uma grande parte do meu coração ficou e continua com os meus irmãos e irmãs. Neste tempo da pandemia do vírus Covid-19 oro muito a Deus que Angola não tenha de passar por tudo isto. Peço-vos muito amados irmãos e irmãs que cada um fique em casa lave as mãos e não leve as mãos no rosto”, escreveu.

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