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COVID-19: Casos continuam a aumentar na África lusófona


Quatro dos cinco países africanos de língua portuguesa anunciaram nas últimas 24 horas novos casos da Covid-19, com a Guiné-Bissau a ter o número mais elevado de infetados e São Tomé e Príncipe o de mortes.

Na Guiné-Bissau, o coordenador do Centro de Operações de Emergência de Saúde (COES) revelou mais 16 casos da doença, aumentando para 836, o número de infetados.

Dionísio Cumba acrescentou que o número de recuperados mantém-se nos 26, bem como o de mortes, 3, mas que há dois óbitos que estão a ser investigados.

Também hoje entraram em vigor o recolher obrigatório no país, das 20 às 6 horas e o uso obrigatório de máscaras, pelo menos até o dia 26, enquanto dura o estado de emergência.

Em Cabo Verde, o Ministério da Saúde também anunciou mais 19 casos, todos na cidade da Praia, ilha de Santiago, aumentando para 289 o total acumulado no país.

O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, anuncia hoje à noite se renova ou não o estado de emergência em vigor até amanhã apenas nas ilhas de Santiago e da Boa Vista.

Em Moçambique, o Ministério da Saúde disse que o número de casos subiu hoje para 107, mais três do que ontem.

Entretanto, está em curso uma investigação a quatro casos surgidos na Beira, capital da província de Sofala, que apontam para contaminação comunitária.

São Tomé e Príncipe regista 231 casos positivos acumulados e sete mortes, mas ainda não atualizou os dados hoje, em virtude de os testes serem realizados apenas no exterior.

Em Angola, as autoridades mantêm os 45 casos registados desde o início da semana.

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