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COP26: Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe enviam Presidentes


Arco Verde em Downing Street, Londres, em preparação à COP26

Moçambique e Cabo Verde estarão representados pelos respectivos primeiros-ministros

O Presidente angolano participa na Conferência do Clima, COP26, que tem início no domingo, 31, na cidade escocesa de Galsgow, e na qual marcam presença centena e meia de líderes de todo o mundo.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que João Lourenço discursará durante a semana, sem indicar o dia, e que manterá uma intensa agenda de contactos junto de congeners estrangeiros e outros líderes mundiais.

Quem também participa a nível de Chefe de Estado é São Tomé e Príncipe, com o Presidente Carlos Vila Nova, empossado no dia 2, a realizar a sua primeira viagem ao estrangeiro precisamente para a COP26.

Em declarações à imprensa na quinta-feira, 29, em Lisboa, a caminho de Glasgow, Vila Nova lembrou que o país perdeu “cerca de 4% do território nacional com a subida das águas do mar, e isto é muito preocupante”.

"Acontece connosco, acontece certamente com os outros. Daí que esta cimeira tenha uma importância acrescida para nós", acrescentou o Presidente, lembrando que “as alterações climáticas, assim como as adaptações, são muito importantes para um país que é arquipelágico".

O Presidente Umaro Sissoco Embaló também estará presente na Conferência, mas até agora desconhece-se a data da sua intervenção.

Moçambique estará representado pelo primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, informou o próprio gabinete do Chefe do Governo, que será acompanhado do vice ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Manuel José Gonçalves, pelo vice-ministro da Terra e Ambiente, Fernando Bemane De Sousa, representantes de instituições do Governo, sector privado e sociedade civil.

Também de Cabo Verde, o primeiro-ministro discursa no dia 2 de Novembro na COP26.

Como signatário do Acordo de Paris, uma nota do gabinete de Ulisses Correia e Silva diz que eleterá oportunidade de levar “a visão e os compromissos do arquipélago”, bem como as políticas que o Estado tem vindo a implementar em relação às mudanças climáticas.

“A ambição de Cabo Verde é alcançar a neutralidade carbónica até 2050. Os principais objectivos de implementação centram-se no aumento da produção de electricidade a partir de fontes de energias renováveis, na melhoria da eficiência energética em todos os sectores, na mudança do transporte de combustíveis fósseis para o transporte electrificado e mobilidade activa individual, na melhoria da reabilitação dos recursos naturais e em medidas de neutralidade da terra”, acrescenta a nota.

A COP26, que decorre até 12 de Novembro, reúne presidentes e chefes de governos de todo o mundo, milhares de cientistas, empresários, representantes institucionais e organiações não governamentais para anunciar novos compromissos climáticos e avançar nas negociações sobre mudanças climáticas, com o principal objectivo de tornar operacionais todos os pontos do Acordo de Paris e da Convenção-Quadro.

Por agora, não há informação de quem representará a Guiné-Bissau no evento.

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