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Conselho Nacional da Juventude divide opiniões em Angola


Jovens estudantes caminham pelas ruas de Benguela

Entre extinguir e reestruturar, questiona-se a sua utilidade

Várias organizações juvenis e activistas da sociedade civil de Angola defendem a extinção ou reestruturação do Conselho Nacional da Juventude (CNJ) por não representar mais os interesses do sector.

Posição contrária tem o porta-voz do órgão que diz representar a juvestnude angolana.

Jovens falam sobre proposta para dissolução do Cnsleho Nacional da Juventude - 2:37
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O activista Machado Mendes diz ser importante repensar a metodologia de trabalho do CNJ e defende, pelo menos, “a sua reestruturação”.

Quem defende a extinção do órgão é o activista Benjamim Dunda porque, segundo afirma, “já não representa a juventude".

Por seu lado, o porta-voz do Movimento dos Estudantes Angolanos entende que é importante que o CNJ possa representar verdadeiramente a juventude angolana.

"Deve-se criar um parlamento juvenil que possa congregar todas as opiniões", sustenta Teixeira, enquanto o coordenador da Plataforma Juvenil, Walter Ferreira, defende mesmo a sua extinção.

Opinião contrária tem Matias Victorino, que representa as organizações filiadas no CNJ.

Ele assegura que o CNJ “ainda representa a juventude angolana”.

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