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Conselho de Segurança da ONU ameaça com sanções e diz estar preocupado com a Guiné-Bissau


Conselho de Segurança da ONU

O Conselho de Segurança das Nações Unidas reiterou a sua “profunda preocupação” com a crise pós-eleitoral e institucional na Guiné-Bissau e lembrou que pode tomar medidas contra aqueles que comprometem a estabilidade e a ordem constitucional no país.

Numa nota divulgada nesta quinta-feira, 5, o órgão deliberativo da ONU reiterou ser “preciso priorizar o diálogo e a solução pacífica da crise” e evitar “ações e declarações que possam piorar ainda mais as tensões”.

Os 15 Estados-membros, que manifestaram, como o secretário-geral ontem, a sua preocupação com a situação, reiterou o pedido aos militares que se abstenham de interferir “na crise política e pós-eleitoral”.

As partes envolvidas foram exortadas a “se absterem de ações e declarações que possam exacerbar ainda mais as tensões”.

O órgão, que lembrou poder tomar medidas apropriadas contra todos aqueles que comprometem a estabilidade e a ordem constitucional no país”, saudou a mediação da CEDEAO e a decisão do bloco regional de enviar uma missão de especialistas para se reunir com o Supremo Tribunal de Justiça e a Comissão Nacional Eleitoral em Bissau.

No encontro, o Conselho de Segurança ouviu o relatório do representante especial do Secretário-Geral e pelo Chefe do Escritório Integrado de Construção da Paz das Nações Unidas na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), Rosine Sori-Coulibaly, e do representante permanente do Níger nas Nações Unidas, Abdou Abarry, sobre a evolução da situação política na Guiné-Bissau.

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