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CNE de Angola deve centenas de milhões a companhias de Malanje


Tabalhadores despedidos devido à falta de pagamentos

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) de Angola é acusada de dever quase 100 milhões de kwanzas a empresas de restauração em Malanje

A dívida foi contraída durante a preparação das eleições de 2017 e, em consequência, dezenas de funcionários foram despedidos pelas empresas que não conseguiram fazer face aos seus compromissos.

CNE deve milhões a companhias de Malanje - 1:23
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As empresas PPL Bar, AG – Comercial, AD & BJ, Gerson Florindo de Almeida, Chinvula Comercial, Quim Miguel e Filhos, Juapejo Agro-Pecuária e Complexo Turístico ADS serviram milhares de refeições a formadores, mas continuam à espera do pagamento.

Um dos despedidos, António Bernardo diz não entender como é que "após a tomada de posse dos novos deputados, receberam carros e outras regalias enquanto as dívidas continuam por saldar".

“Por isso, estamos a reclamar para verem que estamos à rasca”, acrescentou.

O presidente da CNE, numa circular de Maio deste ano, justifica que os atrasos “advêm ao facto de o Ministério das Finanças, estar a atravessar dificuldades de tesouraria decorrentes da fraca arrecadação de receitas, provenientes dos impostos pagos pelos contribuintes.

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