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Ciclone matou 22 pessoas em Manica e Sofala; Beira isolada do resto do país


Estragos do ciclone Idai na cidade da Beira, Moçambique

A cidade da Beira, a segunda maior importante de Moçambique, ficou isolada do resto do país desde o início desta manhã, 16, devido ao transbordo do rio Halumua, no distrito de Nhamatanda, na província moçambicana de Manica.

O rio transbordou devido às intensas chuvas que se fazem sentir nas províncias de Manica e Sofala, depois da passagem, há dois dias, do ciclone Idai, deixando centenas de camionistas de longo curso e passageiros, sem acesso à cidade da Beira.

Mais de 20 pessoas morreram

Segundo o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), vinte e duas pessoas morreram em Manica e Sofala.

Paulo Tomás, Porta-Voz da agência de socorro governamental, o INGC, diz que, para além dos 19 mortos registados na cidade da Beira, há confirmação, também, de três vítimas mortais na província central de Manica, província por onde o ciclone Idai passou antes de se dirigir para o vizinho Zimbabwe.

Ciclone Idai matou 22 pessoas em Manica e Sofala
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Consequências do ciclone na Beira, Moçambique
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Acesso à cidade da Beira cortado

Várias pessoas contaram a VOA, que seguiam para Beira a fim de assistir os seus familiares, atingidos com a passagem do ciclone, que deixou a cidade sem eletricidade e comunicações.

“Eu soube que meus filhos estavam doentes depois do ciclone e ia para lhes prestar assistência, mas não posso chegar à Beira, porque o trânsito esta interrompido”, disse Florindo António, um passageiro de uma das várias viaturas de passageiros bloqueadas.

Várias casas, de construção precária estão submersas na vila de Nhamatanda e centenas de pessoas desalojadas.

Em Manica, duas pontes desabaram, provocando cortes na ligação com o distrito de Mossurize e vários postos administrativos de Sussundenga.

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