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CEDEAO não pediu demissão do PM da Guiné-Bissau

  • Redacção VOA

Umaro Sissoco Embaló

Porta-voz de Umaro Sissoco Embaló alerta que tal eventualidade está fora de questão

O porta-voz do primeiro-ministro da Guiné-Bissau garantiu que os emissários da CEDEAO que se reuniram nesta segunda-feira, 24, com Umaro Sissoco Embaló, não colocaram a hipótese de demissão do chefe do Governo, como defendem os partidos da posição.

"Não foi abordada a possibilidade de demissão, aliás, está fora de questão", disse Malal Sané em declarações à imprensa após o encontro entre Embaló e a delegação da organização regional liderada pela ministra das Relações Exteriores da Libéria, Marjon Kamará, que manteve hoje reuniões com líderes políticos guineenses e representantes da comunidade internacional em Bissau.

Sané adiantou ainda que o primeiro-ministro manifestou a sua abertura a integrar membros dos demais partidos, além do PRS, no seu Executivo.

Quatro dos cinco partidos com assento parlamentar não reconhecem o Governo e pedem a demissão de Umaro Sissoco Embaló.

A delegação da CEDEAO tenta encontrar um entendimento entre as partes desavindas na Guiné-Bissau, através da implementação do Acordo de Conacri, mediado pela organização.

O presidente da comissão da CEDEAO, o beninense Marcel de Souza, defendeu que o Acordo de Conacri deve ser cumprido porque, sublinhou, "é o único caminho para o consenso" entre os actores políticos guineenses.

Entretanto, o Presidente da República José Mário Vaz e os partidos políticos da oposição têm leituras diferentes sobre a implementação do acordo.

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