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Casos de paludismo triplicam em Janeiro em São Tomé e Príncipe


País registou grande avanços em anos recentes

Os casos de paludismo (ou malária noutras regiões) aumentaram drasticamente em São Tomé e Príncipe nas últimas semanas, após uma redução significativa verificada nos anos anteriores.

As autoridades revelaram que, apenas em Janeiro, o número de casos triplicou em relação ao mesmo período do ano passado, passando de 60 para mais de 180 registados.

O coordenador do Programa Nacional de Luta contra o Paludismo não esconde a sua preocupação face ao aumento do número de casos da doença, no primeiro mês de 2019.

Hamilton Nascimento aponta como principais causas a resistência da população à pulverização das casas contra o mosquito vector, mas também aponta o dedo aos técnicos que trabalham nas campanhas de pulverização, acusando-lhes de “fazerem mal o seu trabalho para que o paludismo não seja erradicado, com o receio de ficarem desempregados”.

Os casos que deram entrada no Hospital Ayres de Menezes são graves, segundo os médicos.

A Ilha do Príncipe, já na fase de eliminação da doença, também registou este mês quatro casos de paludismo.

No iniciou do ano, o coordenador do Comité Nacional de Luta contra a Sida, Tuberculose e Paludismo, Leonel Carvalho, alertou o Governo para o perigo da falta de financiamento para o combate àquelas doenças.

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