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Casa Militar de Angola e ex trabalhadores negoceiam pagamento de indemnizações


Marcha em Luanda

Polícia impediu que 300 trabalhadores, que reclamam por indemnizações desde 2010, chegassem à Presidência em Luanda

A polícia angolana impediu nesta quinta-feira, 18, uma marcha organizada por mais de 300 antigos trabalhadores da Brigada Especial de Limpeza (BEL) da Casa de Segurança da Presidência da República que reclamam o pagamento das indemnizações devidas desde 2010.

Ex-trabalhadores da Casa Militar manifestaram-se em Luanda - 1:04
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Um oficial superior conhecido apenas por General Bravo reuniu-se de emergência na Casa Militar com a Comissão que representa os mais de 1840 trabalhadores despedidos há oito anos sem receber as respectivas indemnizações.

Sadraque Simão, membro da Comissão, disse que do encontro com o General Bravo ficou agendada uma reunião para amanhã, 19, na presença dos advogados dos trabalhadores visando chegar a um acordo.

“Apenas queremos o nosso dinheiro”, reiterou Simão, após revelar que a polícia deteve um dos colegas, mas que foi solto de imediato.

Frente à presença da polícia, que impediu o grupo de chegar à Presidência da República, os trabalhadores suspenderem a marcha que, disseram, poderá ser retomada em breve para protestar contra o que consideram ser uma violação dos seus direitos caso não recebam as indemnizações.

Conheça as reclamações dos antigos trabalhadores:

Trabalhadores da Casa Militar Angolana ganharam o caso, mas continuam sem receber as suas indemnizações
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