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CASA-CE em "águas turbulentas"


Abel Chivukuvuku

Liderança de Abel Chivukuvuku questionada por parceiros da coligação

Após o Tribunal Constitucional (TC) ter chumbado a criação do Podemos-Já e do DIA, ambos promovidos por pessoas próximas a Abel Chivukuvuku, o Conselho Presidencial decidiu afastar Lindo Bernardo Tito, antigo vice-presidência e porta-voz da coligação, e Leonel Gomes, do secretário executivo da CASA-CE.

Fontes da VOA indicam estar na forja um plano para o afastamento do próprio Abel Chivukuvuku, que não pertence a nenhum partido integrante da CASA-CE.

As mesmas fontes indicam que André Mendes de Carvalho, actual Coordenador para os Assuntos Parlamentares, está por trás da queda de Abel Chivukuvuku.

Entretanto, Alexandre Sebastião André, promotor das reformas na CASA-CE e presidente interino da coligação enquanto Chivukuvuku encontra-se de férias no exterior, garantiu à VOA que em qualquer situação a coligação vai sobreviver.

“A CASA-CE é uma escola e com ou Chivukuvuku a coligação não vai ruir” disse André.

Sem apontar os possíveis sucessores numa eventual saíde de Chivukuvuku, André fez saber que a coligação é uma escola e que a instituição não pode depender de um único homem.

Opinião contrária tem o analista e jurista Manuel Pinheiro que diz não imaginar a sobrevivência da CASA-CE sem o actual líder.

"Não sou a ver a CASA-CE a andar sem Chivukuvuku", estimou.

Pinheiro aconselha Chivukuvuku "a manter-se na coligação ou a criar o seu próprio partido".

Nos círculos políticos de Luanda acredita-se que a CASA-CE vai viver momentos difíceis no futuro, particularmente quando se aproximam as autárquicas em 2020.

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