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Candidatos à liderança da Ordem dos Médicos denunciam lacunas no processo


Médicos recém-formados, Malanje

A acto eleitoral, cujo vencedor vai substituir o também médico Carlos Pinto, está marcado para Fevereiro de 2019.

O último dia de entrega de candidaturas à liderança da Ordem dos Médicos ficou marcado por reclamações por parte dos concorrentes, que acusam a comissão eleitoral de agir de má-fé na condução do processo.

Os candidatos lamentam os atropelos aos estatutos, apontando o facto de a presidente da assembleia de voto, Ana Veríssimo, também ser membro da comissão eleitoral, bem como a ausência dos mesmos no acto de recepção das listas.

Consideram que a presença dos membros da comissão eleitoral é obrigatória e imprescindível, em função do espalmado nos estatutos da ordem.

Por outro lado, acrescentam que a falta de lisura e colaboração para a viabilidade do processo, por parte da comissão, põe em causa todo o processo.

Estas reclamações foram apresentadas, no início deste mês, pelo Observatório da Sociedade Civil Médica, que denunciou a não observância dos pressupostos legais, tais como a realização de uma reunião com apenas cinco dos mais de 10 membros do conselho nacional, a 26 de Novembro.

Entre as irregularidades, apontou ainda a aprovação de mandatos de quatro anos para cada candidato, sem ser eleito no último, pressuposto que contraria os estatutos da Ordem dos Médicos de Angola.

O estatuto prevê que o mandato dos órgãos da ordem é de três anos, podendo os seus membros, no todo ou em parte, ser reeleito, para mais um único mandato.

A acto eleitoral, cujo vencedor vai substituir o também médico Carlos Pinto, está marcado para Fevereiro de 2019.

O candidato a bastonário da ordem dos médicos de Angola, Mateus Bettencourt, afirma que a preparação deste acto de renovação de mandatos começou, inicialmente, com muitos vícios em todo o seu processo.

Para falar sobre o assunto, ouvimos os candidatos, Mateus Bettencourt e Mário Frestas; o mandatário Jeremias Agostinho; a presidente da comissão eleitoral, Ana Veríssimo; o presidente do sindicato dos médicos, Adriano Manuel; e a ministra da Saúde, Silvia Lutukuta:

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