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Caçadores furtivos "atacam" Parque Nacional do Bicuar


Administrador pede ajuda das autoridades tradicionais e a Polícia Nacional

A acção de caçadores furtivos no Parque Nacional do Bicuar, na província angolana da Huíla está a aumentar com recurso, cada vez mais, a armas de fogo.

A denúncia é do administrador José Candungo, que reconhece dificuldades para enfrentar os caçadores.

Caça furtiva aumenta na Huíla - 1:36
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"É uma situação que nós temos estado a tratar com as comunidades com as autoridades tradicionais, temos estado a interagir também com os comandos municipais da Polícia do Quipungo e da Matala de maneira a sustentarmos o controlo da situação. É um mal que nos preocupa sobretudo nesta zona do Mungo que liga a Capelongo", revela Candungo, que não quantificou os danos provocados pela acção dos caçadores furtivos.

A quantidade de armas de fogo fora do controlo das autoridades é um problema recorrente que a polícia admite estar na origem dos crimes violentos.

Os homicídios, furtos, roubos de gado e de viaturas são alguns dos crimes que se destacam e que o Serviço de Investigação Criminal (SIC) local, entende ser preciso melhorar a estratégia de combate ao tráfico de armas de fogo e sua proveniência.

"O reforço das capacidades dos distintos órgãos para prevenção e combate ao crime nas suas variadas manifestações com vista a assegurar a paz e harmonia num ambiente democrático tranquilidade liberdade e justiça social. Estratégia de combate ao tráfico de armas de fogo e sua proveniência", defendeu o porta-voz do SIC na Huíla, José Miúdo.

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