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Brasil autoriza representante de Guaidó a abrir centro de ajuda humanitária na fronteira com a Venezuela


Juan Guaidó, nomeou representante em Brasília

O Governo brasileiro reconheceu nesta segunda-feira, 11, a representante do autoproclamado Governo interino da Venezuela, María Teresa Belandria, como embaixadora oficial do país e autorizou a instalação de um centro de distribuição de ajuda humanitária em Roraima, na fronteira entre os dois países.

Araújo, que já havia se encontrado com Belandria em Washington, onde esteve na semana passada, recebeu desta vez as cartas credenciais e se comprometeu com a instalação do centro no Estado da Região Norte.

“O Governo brasileiro vai se fazer presente não apenas com o centro de ajuda, mas com apoio político, e decidido. Tenho a palavra do senhor chanceler de que me vai acompanhar ao local, quando estiver instalado o centro, para mostrar não apenas o apoio através de toneladas de medicamentos e alimentos, mas o apoio político”, afirmou Belandria depois do encontro.

O Brasil já havia reconhecido Guaidó como Presidente legítimo da Venezuela, assim como Estados Unidos, União Europeia e o Grupo de Lima.

Belandria afirmou que ficará no Brasil, mas deve se concentrar em Roraima, onde, acrescentou, "estão os venezuelanos que precisam de ajuda".

A representante venezuelana não terá acesso à embaixada do país em Brasília, ainda reservada aos representantes do governo de Nicolás Maduro, mesmo que sem embaixador desde dezembro de 2017.

Araújo reuniu-se com a representante diplomática de Guaidó e com o deputado da Assembleia Nacional Lester Toledo, encarregado da organização do ponto de apoio.

Toledo afirmou que a intenção do grupo de venezuelanos é ir na próxima semana a Roraima para verificar onde o centro poderá ser colocado, em Boa Vista ou Pacaraima, a cidade na fronteira entre os dois países.

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