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Bispo Matsinhe, novo chefe da CNE, “agradece a confiança” e promete trabalho


Presidente Filipe Nyusi (no centro da primeira fila) e membros da CNE, Moçambique

“Esperamos fazer tudo que possível para orientar e guiar este órgão nos processos que lhe cabem guiar, nomeadamente o recenseamento e todos actos eleitorais que vão se seguir”, disse Matsinhe

O líder da Igreja Anglicana em Moçambique, Dom Carlos Matsinhe, agradeceu, hoje, 15, a confiança dos que nele votaram para presidir a Comissão Nacional de Eleições (CNE).

Matsinhe agradeceu igualmente “as organizações da sociedade civil que nos propuseram ou que apoiaram a nossa proposta”.

Bispo Matsinhe, novo chefe da CNE, “agradece a confiança” e promete trabalho
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O religioso, proposto para a CNE pelo Conselho Cristão de Moçambique, prometeu, na sua primeira intervenção, após a eleição, nesta sexta-feira, cumprir as tarefas definidas para o cargo.

“Esperamos fazer tudo que possível para orientar e guiar este órgão nos processos que lhe cabem guiar, nomeadamente o recenseamento e todos actos eleitorais que vão se seguir”, disse.

Na tomada de posse dos membros da CNE, o presidente Filipe Nyusi pediu imparcialidade no desempenho de funções. “Recomendamos ainda o diálogo constante, consensos na gestão dos processos eleitorais, comunicação perante todas as partes intervenientes do processo”, disse.

A CNE é constituída por 17 membros, 10 dos quais indicados pelos partidos representados no Parlamento, e sete provenientes de organizações da sociedade civil.

“Neste novo figurino da CNE, assumimos o compromisso de organizar eleições livres, justas...”, prometeu Alice Banze, feminista que faz parte do elenco pela primeira vez.

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