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Benguela: Protesto contra falta de vagas na Universidade Katyavala Bwila


Manfiestação na Universidade UKB em Benguela

Três dias após o arranque do ano académico 2020 em Angola, activistas cívicos estiveram na Universidade Katyavala Bwila (UKB), nesta segunda-feira, 02, a exigir mais salas de aulas, naquilo que dizem ser que foi o início de uma série de protestos contra o que chamam de sinais de corrupção nos exames de acesso.

Manifestantes querem mais vagas na unviersidade de Benguela - 1:04
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Os membros do auto-denominado movimento revolucionário usaram cartazes para pedir que a universidade da segunda região académica, que compreende as províncias de Benguela e do Kwanza Sul, use a taxa cobrada aos milhares de candidatos para investir em infra-estruturas.

Cada um dos mais de 21.000 candidatos pagou 4.000 Kwanzas para o exame de acesso aos vários cursos ministrados na UKB.

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O activista Avisto Bota, um dos jovens presentes na Reitoria, em Benguela, olha para o número de excluídos e alerta para a necessidade de salas de aulas.

‘’Muitos candidatos com nota superior ao exigido não vão poder estudar por falta de vaga” disse acrescentando que “o que eles cobram chega para fazer mais salas”.

Avisto Bota disse que o enorme nu,ero de canddiatos para tão poucas vagas abre as portas à corrupção.

Não houve qualquer reacção oficial à manifestação desta segunda-feira nem sobre a anunciada onda de protestos.

O Reitor, Albano Ferreira, por ocasião da abertura do ano académico, avisava já para a demanda, afirmando que a UKB possui “a terceira maior procura regional no acesso ao ensino superior, com 2.165 inscrições no Kwanza Sul e 19.397 em Benguela’’.

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