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Autoridades são-tomenses recorrem à Interpol para determinar origem de barco envolvido em contrabando


Mercadoria apreendida pela polícia de São Tomé e Príncipe
Mercadoria apreendida pela polícia de São Tomé e Príncipe

O Tribunal de Primeira Instância de São Tomé e Príncipe determinou a prisão preventiva de mais oito pessoas por envolvimento no contrabando de mercadorias e estupefacientes, cuja rede foi desmantelada na segunda-feira, 10, por pescadores da vila de Micoló.

As autoridades recorreram à Interpol para ajudar a determinar a origem da embarcação e das mercadorias.

Fontes judiciais avançam à VOA que mais pessoas poderão ser ainda detidas nos próximos dias e que pode haver muito mais pessoas envovlidas na operação.

No total há 11 arguidos acusados de crimes de contrabando, tráfico de estupefacientes e associação criminosa.

Os novos arguidos são um comerciante nacional e sete são membros de tripulação da embarcação envolvida no contrabando, capturados posteriormente com a ajuda da guarda costeira.

“Todos os tripulantes são de nacionalidade desconhecida”, disse à VOA uma fonte do Ministério Publico, que avançou ainda que “existem diligências, com o auxílio da Interpol, no sentido de se apurar a proveniência da embarração que participou no transbordo das mercadorias”.

De recordar que segundo a Polícia Judiciária, entre as mercadorias apreendidas constam tabaco contrafeito, medicamentos contrafeitos e pesticidas com substâncias estupefacientes.

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