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Assassinato de moçambicano em Joanesburgo levanta questões sobre a xenofobia na África do Sul


Cidade de Joanesburgo

Mais um imigrante moçambicano foi assassinado a tiros em Joanesburgo. O autor do crime esta a mote.Ninguém sabe ao certo se o assassínio do imigrante moçambicano, Mário Bata ou Guiruco, foi crime ou xenofobia contra imigrantes, sobretudo africanos. A família, os vizinhos, amigos e conhecidos do malogrado estão ainda devastados.

Os restos mortais de Mário Bata ou Guiruco partem nesta sexta-feira com destino a Maputo para efeitos do funeral. Os pais de malogrado vivem no bairro de Inhagoia, arredores da capital moçambicana.

Mário Bata, 39 anos, vivia na África do Sul há mais de uma década, depois de ter vivido alguns anos no reino montanhoso da Suazilândia.

Mais um moçambicano assassinado em Joanesburgo
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Na zona onde vivia, o jovem imigrante era considerado um pequeno empresário bem sucedido nos seus negócios de produtos de consumo e bebidas.

A morte de Mário Bata aconteceu numa semana em que na cidade sul-africana de Durban, os sul-africanos da associação de pequenos negócios no norte daquela cidade costeira estão de costas voltadas contra imigrantes operadores de pequenas lojas.

Para a secretária do quarteirão numero 8 em Ketlehong, sudeste de JJHB, onde vivia Mário Bata, o assassínio do imigrante moçambicano não pode ser incidente isolado da xenofobia contra imigrantes.

Mário Bata deixa quatro esposas e três filhos menores. Os irmãos do malogrado ainda não sabem como vão lidar com o assunto da morte do seu ente-querido, já que o autor esta a morte.

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