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Angola: Privatizações devem ser modificadas, dizem economistas


O governo angolano está a intensificar o seu programa de privatizações e anunciou que mais 23 empresas vão-se juntar ainda este ano às 14 já feitas.

Segundo o executivo prevê-se até 2022 mais 195 privatizações.

Economistas contactados pela Voz da Am’erica manifestaram na generalidade apoio a estas medidas mas disseram have rmodificações.

O presidente da Associação Inutrial de Angola, AIA, José Severino defendeu que as privatizações deveriam ser feitas através de um “ contrato de gestão a prazo com opção de compra:”.

Para Severino só depois da nova administração er atingido “determinado objectivo, investiu na empresa, empregou, tornou-se contribuinte, sim senhor, a fabrica é sua”.

“Prrivatizar para o dinheiro ir para conta unica do tesouro pode criar frustrações
para o estado e os próprios angolanos porque a maior parte das fábricas vão parar as mãos de estrangeiros", disse

O economista Carlos Padre também defende outro modelo de privatização afirmando que “o dinheiro arrecadado nestas privatizaçoes devem ser reinvestido”.

“Tem que haver reprodução de capital, investir em mais maquinas, novos projectos, e por aí vai, agora tem que haver seriedade nisso não pode ser política de atender os filhos de um lado e enteados do outro, não pode ser, deve haver abertura", disse.

Um outro economista Damião Cabulo disse que “o grande problema é a interferência, nos assuntos económicos”.

“Temos um estado comerciante que faz neócio consigo mesmo”, disse acrescentando que gostaria “que nos dessem dados do impacto destas primeiras privatizações o que trouxeram do ponto de vista económico e social”.

“Até hoje não vimos, estas novas privatizações quem serão os novos donos? De que forma aconteceram estas privatizaçoes? Ha transparência? Existe um grupo de pessoas que querem criar novos ricos, nao conseguem separar da vida económica por receio de perder o poder econmico, sem o qual nao conseguem governar por muito tempo", acrescentou
Segundo dados fornecidos pelo ministério das Finanças dos dados obtidos com as primeiras privatizaçoes o estado conseguiu colectar 31 mil milhões de Kwanzas.

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