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Angola da luta pela Independência à guerra civil

Rebeldes angolanos aprendem a lutar em guerrilha em 1961
1/20 Rebeldes angolanos aprendem a lutar em guerrilha em 1961
Tropas do MPLA chegam para tomar área da Baía de Luanda no dia 10 de novembro de 1975
2/20 Tropas do MPLA chegam para tomar área da Baía de Luanda no dia 10 de novembro de 1975
Soldados do MPLA comemoram independência de Angola em 11 de Novembro de 1975
3/20 Soldados do MPLA comemoram independência de Angola em 11 de Novembro de 1975
Soldados do MPLA e cubanos fazem treinamento militar em Fevereiro de 1976
4/20 Soldados do MPLA e cubanos fazem treinamento militar em Fevereiro de 1976
Soldado da FNLA é capturado por tropas do MPLA em 1976
5/20 Soldado da FNLA é capturado por tropas do MPLA em 1976
Tropas do MPLA depois de um treinamento militar em Grafanil em 1976
6/20 Tropas do MPLA depois de um treinamento militar em Grafanil em 1976
Soldado cubano que luta pelo MPLA dirige um trator em Angola em 1976
7/20 Soldado cubano que luta pelo MPLA dirige um trator em Angola em 1976
Guerrilheiros da UNITA em 1985
8/20 Guerrilheiros da UNITA em 1985
Líder da UNITA Jonas Savimbi é recebido por cantores e dançarinos em Agosto de 1986
9/20 Líder da UNITA Jonas Savimbi é recebido por cantores e dançarinos em Agosto de 1986
Tropas da UNITA em 1986
10/20 Tropas da UNITA em 1986
Mulheres apoiadoras da UNITA ajudam a carregar armas em 1987
11/20 Mulheres apoiadoras da UNITA ajudam a carregar armas em 1987
Últimas tropas da África do Sul saem de Angola em 1988, depois de ajudarem por mais de um ano a UNITA
12/20 Últimas tropas da África do Sul saem de Angola em 1988, depois de ajudarem por mais de um ano a UNITA
Soldados cubanos que lutaram em apoio ao MPLA se preparam para sair de Angola em 1989
13/20 Soldados cubanos que lutaram em apoio ao MPLA se preparam para sair de Angola em 1989
Papa João Paulo II é recebido no Huambo em Junho de 1992
14/20 Papa João Paulo II é recebido no Huambo em Junho de 1992
Protocolo de Lusaka, 1994
15/20 Protocolo de Lusaka, 1994
Presidente Eduardo dos Santos (esquerda) e líder da UNITA Jonas Savimbi em 1995
16/20 Presidente Eduardo dos Santos (esquerda) e líder da UNITA Jonas Savimbi em 1995
Últimos mercenários da África do Sul contratados pelo governo em 1996
17/20 Últimos mercenários da África do Sul contratados pelo governo em 1996
Novos ministros e vice-ministros aguardam assinatura para formação do governo unificado em 1997
18/20 Novos ministros e vice-ministros aguardam assinatura para formação do governo unificado em 1997
Issa Diallo, chefe das Nações Unidas em Angola, deixa o país em 1999, depois de a organização falhar em trazer a paz à nação
19/20 Issa Diallo, chefe das Nações Unidas em Angola, deixa o país em 1999, depois de a organização falhar em trazer a paz à nação
Mulher vota na capital Luanda nas eleições parlamentares de 2012
20/20 Mulher vota na capital Luanda nas eleições parlamentares de 2012
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O brigadeiro Correia de Barros culpa a guerra fria, Marcolino Moco considera ter-se passado de partido único para homem único

Na frente de combate contra as forças militares portuguesas pela independência de Angola destacaram-se movimentos de libertação como a UPA, a União das Populações de Angola, mais tarde Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), liderada na altura por Holden Roberto, que se tornaria uma figura importante na política angolana.

Ngola Kabango, nacionalista e líder actual da FNLA, considera o papel da UPA como crucial para a independência da ex-colónia.

Ngola Kabango: UPA foi crucial para a independência de Angola
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Proclamada a independência, a 11 de Novembro de 1975, Angola entra num período de guerra civil, que segundo o brigadeiro Correia de Barros, foi resultado de interesses estrangeiros, da guerra fria.

"Guerra Fria é a grande culpada pela guerra civil em Angola", Brigadeiro Correia de Barros
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Para os veteranos de guerra Jonas Chissapa e Augusto Nehelo toda a independência pressupõe a melhoria de vida, mas há dados que não se podem ignorar, Angola governa-se a si própria agora.

Jonas Chissapa é actualmente inspector do secretariado provincial da UNITA em Malange e atribui culpa à independência pela guerra civil que abalou o país durante décadas.

"A independência trouxe a guerra", Jonas Chissapa
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O veterano Augusto Nehelo separa Angola politica e economicamente

Augusto Nehelo, veterano de guerra considera que independência não trouxe igualdade económica
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Entre a proclamação da independência até 1992, Angola vivia um regime de partido único que chegou ao fim após as eleições realizadas nesse ano.

O primeiro-ministro de então, Marcolino Moco, descreve esse momento como uma euforia, por se tentar pôr em prática o sistema democrático do modelo ocidental. Moco foi primeiro-ministro entre 1992 e 1996 e revela sonhos e frustrações.

Marcolino Moco acabaria por se afastar do governo do Presidente José Eduardo dos Santos, considerando que em Angola passou-se do partido único para o homem único.

"Passámos do partido único para o homem único", Marcolino Moco primeiro-ministro entre 1992/96
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