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Angola Fala Só - Kito Dias dos Santos: "Para Angola ser um Estado de Direito Rui Ferreira tem que sair"


Francisco Dias dos Santos “Kito dos Santos”, empresário angolano
28 Jun 2019 AFS - Kito Dias dos Santos: "Para Angola ser um Estado de Direito Rui Ferreira tem que sair"
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O empresário Kito dos Santos disse estar determinado a continuar a sua campanha para a destituição de Rui Ferreira de presidente do tribunal Supremo de Angola.

Falando no programa “Angola Fala Só” o empresário afirmou que “Rui Ferreira não tem condições de continuar porque o seu nome está manchado na praça”.

Antigo proprietário da empresa Arosfran, Francisco Dias dos Santos “Kito dos Santos”, lançou no Sábado, 22 de Junho, uma campanha para a destituição do presidente do Tribunal Supremo de Angola, Juiz Rui Constantino Ferreira.

A Arosfran era uma companhia de importação de bens alimentares que foi extinta na sequencia de um mandato de captura emitido nos Estados Unidos contra Kassim Tajideen, associado da companhia que foi acusado de colaborar com o movimento terrorista libanês Hezzbollah.

Kito dos Santos diz que Rui Ferreira se apoderou dos bens da companhia para beneficio dos seus familiares aquando do processo da sua dissolução.

O seu objectivo é levar o caso a tribunal, mas isso só poderá ser feito com a saída de Rui Ferreira da posição que ocupa para garantir a idoneidade do processo.

“Não temos que a minha luta seja inglória, não vai ser”, disse o empresário.

“É tenaz, forte e continuarei até onde o meu Deus dizer chega”, acrescentou.

Para Kito dos Santos Rui Ferreira tem que sair da sua oposição para bem da democracia em Angola.

“Angola tem que ser um estado de direito s e com o Rui Ferreira haverá sempre dúvidas”, afirmou o empresário que disse em resposta a um ouvinte que desde que lançou a sua campanha tem recebido muitas mensagens de apoio, incluindo de juristas.

Kito dos Santos disse ter documentos para comprovar o seu caso em tribunal, afirmando ter “munições que cheguem” para prevalecer em tribunal.

O empresário negou que alguma vez tivesse sido sua intensão reactivar a Arosfran, afirmando que o objectivo é apenas reaver o que lhe pertence nomeadamente as propriedades dessa companhia que, segundo diz, foram ilegalmente apropriadas.

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