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Advogado abandona caso de cidadão que processou comandante geral da polícia angolana


Caso continua no tribunal

Edson Lionjanga diz não confiar nas testemunhas apresentadas por Armando Manuel que acusa Paulo Almeida de lhe ter expropriado um terreno

O advogado do cidadão Armando Manuel que recorreu ao tribunal para reclamar a posse de uma parcela de terra em Viana que diz lhe ter sido expropriada pelo comandante geral da Polícia Nacional de Angola, Paulo de Almeida, abandou o cargo.

Edson Lionjanga alegou "razões éticas".

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O comandante geral disse ter ganho o caso na primeira instância, mas Manuel acusou Paulo de Almeida de o mandar prender e de mentir porque o caso por que não ter sido julgado.

Agora, o advogado Edson Lionjanga disse ter desistido do processo alegadamente por não confiar nas testemunhas apresentadas na audiência do passado dia 16.

Razões éticas são alegadamente os fundamentos que levaram Lionjanga a abandonar o processo de Armando Manuel pelo facto de ter sido convencido pelas testemunhas de Armando Manuel.

“Há princípios que eu não deixo passar, se as testemunhas não me convencem não deverão convencer o juiz”, explicou.

Entretanto, Armando Manuel diz não estar informado da decisão.

Anteriormente, Edson Lionjanga disse que o processo de restituição do imóvel decorre na sala do cível administrativo do Tribunal Provincial de Luanda e, por envolver uma entidade que goza de fórum especial o Departamento Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP), órgão da Procuradoria-Geral da República, remeteu igualmente o processo-crime ao Tribunal Supremo.

Armando Manuel acusou o comandante-geral da Polícia de Angola de o mandar prender por disputa de terras.

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